Amazonas: Cultura da pedofilia

•agosto 8, 2009 • Deixe um comentário

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Tio Branquinho gosta de meninas – quanto mais novas, melhor. Ele mora na pequena Tefé, no interior do Amazonas, cidade de 65 000 habitantes esquecida no meio da selva, onde só se chega por barco, numa aventura que se prolonga por 4 horas partindo de Manaus. Tio Branquinho, como é chamado pelas alunas da Escola Estadual Frei André da Costa, comunga de uma mentalidade tristemente comum nos estados do Norte e do Nordeste, a qual tolera, quando não incita, a iniciação sexual de meninas, sejam crianças ou adolescentes, por homens mais velhos. Todo mundo em Tefé conhece há anos os hábitos sexuais de Tio Branquinho.

No Brasil, contudo, não importa em qual estado, fazer sexo com menores de idade chama-se pedofilia – e, embora não tenha esse nome nas leis do país, é crime, passível de prisão. Tio Branquinho, ou Antônio Carlos Branquinho, sabe bem disso. Ou deveria saber: ele um homem da lei, juiz do Trabalho em Tefé. Deveria saber que não pode fazer sexo com meninas, muito menos, creia, nas dependências da Justiça em Tefé, como o Ministério Público Federal descobriu. Há duas semanas, o tempo fechou para Tio Branquinho. Ele foi preso pela Polícia Federal – numa demonstração de que a força dessa mentalidade não é mais a mesma.

A permanência na prisão do magistrado foi de meros cinco dias. Ele foi solto na segunda-feira da semana passada, depois que a polícia ter cumprido os mandatos judiciais em busca de mais provas contra ele. As primeiras evidências sobre os abusos sexuais cometidos por Branquinho surgiram em março deste ano. Uma moradora de Tefé enviou um email ao Tribunal Regional do Trabalho, em Manaus. Nele, além de fazer a denúncia de pedofilia, ela anexou fotos tiradas pelo próprio Branquinho, nas quais crianças estão nuas e o magistrado aparece fazendo sexo com algumas delas, na sede da vara de Trabalho de Tefé.

As fotos acabaram no Ministério Público Federal, que detém a prerrogativa de investigar o juiz – ele tem foro privilegiado no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que fica em Brasília. Assim que perceberam a gravidade do caso, os procuradores de Brasília viajaram até Tefé. Ao lado de policiais federais, descobriram duas testemunhas, antigos funcionários da justiça trabalhista, que confirmaram a constância e a natureza das práticas sexuais do juiz. Um deles, que teme represálias (Branquinho tem sete armas registradas em seu nome), narrou que via frequentemente, nas dependências da justiça de Tefé, as meninas que eram recrutadas por funcionários de confiança do juiz.

Nas buscas feitas nas casas de Branquinho e no local de trabalho do magistrado, os procuradores encontraram muito mais do que esperavam. Ao todo, foram apreendidos 22 HDs de computador, quase todos repletos de arquivos com as orgias do juiz – nas quais também havia mulheres mais velhas. Descobriram-se câmeras de vídeo para gravações secretas e álbuns com fotos de meninas da cidade, quase sempre completamente nuas, algumas fazendo sexo com adultos. No fundo de um armário na residência oficial do magistrado, os investigadores depararam com 101 fitas de vídeo lacradas contendo cenas de sexo, todas devidamente organizadas por data e nome das meninas. A Polícia Federal já começou a periciar o material apreendido. Num relatório preliminar, os peritos identificaram nas fotos meninas de 9 anos de idade. A PF descobriu indícios de que o juiz manteve relações sexuais com pelo menos oito menores.

Na terça-feira da semana passada, Branquinho prestou depoimento ao desembargador Carlos Olavo, relator do caso. Admitiu a autenticidade das fotos, mas disse que as meninas, ao que sabia, eram maiores de idade. Agora, Branquinho será denunciado criminalmente pelo Ministério Público Federal. Enquanto isso não ocorre, ele conta com o corporativismo dos colegas de tribunal, a quem pediu autorização para se aposentar. A julgar pelo modo como os desembargadores de Manaus trataram seu caso até o momento, Branquinho pode ficar esperançoso. A desembargadora Luiza Maria Veiga, presidente do TRT do Amazonas, recebeu as fotos do juiz em abril – e nada fez.

Sua única decisão consistiu em convocar os demais desembargadores do tribunal, para discutir o assunto numa reunião extraordinária de “caráter reservado”. Nesse encontro, os desembargadores limitaram-se a abrir um “procedimento interno” para investigar o caso. Na próxima reunião extraordinária, os senhores desembargadores deveriam convidar a moradora de Tefé, aquela que expôs o juiz. Ela poderia lembrá-los que as leis do país servem para todos.

Fonte: Revista Veja

PROTOGENES CONTRA A CORRUPÇÃO

•maio 16, 2009 • Deixe um comentário

sdf

3 de Fevereiro de 2009

– Prezados amigos brasileiros e internacionais –

Esse espaço foi criado para viabilizar um movimento mundial com o objetivo de identificar, expor, debater e combater a corrupção que hoje assola o Brasil e a grande maioria dos países no planeta, assim destruindo o valor público e comprometendo o futuro de nossos filhos. Acreditamos plenamente que sem o comportamento ético e transparente em todos os processos, a segurança e a paz da sociedade jamais serão atingidas.

Os valores ensinados por Gandhi servem de guia à nossa proposta, que pode ser resumida pelas seguintes palavras do Mahatma: Você tem que ser a mudança que você quer ver no mundo. Isso quer dizer que todos nós precisamos dar o exemplo do comportamento ético em nossas próprias vidas, no dia-a-dia, no trabalho, em casa; como entidades públicas e particulares.

Dessa forma, criaremos uma sociedade onde as ações corruptas serão rejeitadas em vez de serem adotadas; onde o poder não mais representa a riqueza material dos poucos, mas sim a riqueza da solidariedade coletiva; onde a moeda mais valorizada se identifica com o SER e não com o TER.

Convidamos todos os cidadãos a participar em um debate vigoroso e alinhado com as diretrizes citadas acima. Temos fé que a força da mudança que desejamos reside na união do sentimento que existe dentro do coração de cada um de nós. As mudanças começam dentro da gente, onde o sentimento originado no coração produz a palavra da oração que, por sua vez, produz a ação transformadora.

A motivação que nos inspira a lutar pela justiça na sociedade é de natureza universal. É, portanto, a partir dessa universalidade que desejamos convergir nossas ações em um mesmo propósito. Unidos jamais seremos vencidos.

A plataforma www.protogenescontraacorrupcao.ning.com  pertence a todos nós e por isso todos os membros devem zelar por ela e construir esse movimento contra a corrupção de maneira colaborativa, respeitosa e fraterna. Não há como ser diferente, já que o nosso objetivo é criar um paradigma de esperança e liberdade para todos.

Sendo assim, convidamos todos a criar Grupos Locais de Combate à Corrupção (GLCC), os quais serão operados da seguinte forma:

1) Qualquer membro da nossa rede pode propor a formação de um GLCC em sua comunidade, seja uma cidade ou um bairro, a ser operado conforme os valores basilares dessa plataforma;

2) Os cidadãos dispostos a encabeçar um GLCC devem abrir o grupo e aguardar uma confirmação. Isso é necessário para evitar redundâncias na formação de grupos e maximizar a força de cada grupo em suas ações;

3) Uma vez formado o grupo, o cidadão ou cidadã responsável pelo mesmo estará automaticamente se responsabilizando por se familiarizar com as funcionalidades de comunicação e organização oferecidas pela plataforma dos grupos. Ou seja, aprender como abrir fóruns dentro do grupo, como anexar e compartilhar documentos dentro do grupo, como agendar eventos para encontros presenciais do grupo, etc;

4) Os líderes dos grupos devem se mostrar capazes de empoderar os constituintes do grupo como agentes multiplicadores, sempre inspirando a confiança e a auto-estima de cada membro do grupo. Em suma, devem objetivar a multiliderança e sempre permitir que as pessoas se apropriem dos processos de forma democrática e horizontalizada.

Finalmente, reiteramos que nossa proposta é agregar as pessoas de bem dispostas a lutar contra o câncer da corrupção que ameaça o bem estar da nossa coletividade. Venceremos porque somos melhores do que os corruptos, já que estamos dispostos a dar o exemplo da ética e da fraternidade em nosso comportamento diário.

Viva a transparência! Viva o Brasil do século 21!

Abraços fraternos a todos,

Protógenes Contra a Corrupção

www.protogenescontraacorrupcao.ning.com

FONTE: www.protogenescontraacorrupcao.ning.com

Parabéns Ministro Joaquim Barbosa!

•abril 24, 2009 • Deixe um comentário

O Ministro do STF Joaquim Barbosa disse o que todo brasileiro gostaria de dizer ao Ministro Gilmar Dantas, ooops, Gilmar Mendes: “Vossa excelência está destruindo a Justiça deste País e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua ministro Gilmar.”

Ao dizer isso, Joaquim Barbosa falou pelos milhões de brasileiros que clamam por uma investigação elucidativa das gravíssimas denúncias feitas contra Gilmar Mendes e que lançaram o STF numa teia de suspeições e de descrédito como nunca vimos antes.

Bravo Ministro Joaquim Barbosa!!!

ghd

“Enganaram-se os que pensavam que o STF (Supremo Tribunal Federal) iria ter um negro submisso, subserviente.” (Joaquim Barbosa)

viva1a

Saiba mais…

Bate Boca no STF: Ministro Joaquim Barbosa diz que Gilmar Mendes destroi a credibilidade da Justiça!

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, e o ministro Joaquim Barbosa bateram boca nesta quarta-feira no plenário do tribunal. Barbosa acusou o presidente da Corte de estar “destruindo a credibilidade da Justiça brasileira” durante o julgamento de duas ações –referentes ao pagamento de previdência a servidores do Paraná e à prerrogativa de foro privilegiado.

Veja o vídeo da discussão:

“Vossa excelência me respeite. Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua, ministro Gilmar. Faça o que eu faço”, afirmou Barbosa.

Em resposta, Mendes disse que “está na rua”. Barbosa, por sua vez, voltou a atacar o presidente do STF. “Vossa Excelência não está na rua, está na mídia destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro.”

Irritado, Mendes também pediu “respeito” a Barbosa. “Vossa Excelência me respeite”, afirmou. “Eu digo a mesma coisa”, respondeu o ministro.

Os ministros Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio Mello atuaram como “bombeiros” para tentar encerrar o bate boca. “A discussão está descambando para um campo que não coaduna com a disciplina do Supremo”, disse Marco Aurélio ao pedir o encerramento da sessão.

Barbosa chegou a afirmar que Mendes não estava falando com os seus “capangas de Mato Grosso”. O ministro disse que decidiu reagir depois que Mendes tomou decisões incorretas sobre os dois processos analisados pela Corte.

“É uma intervenção normal regular. A reação brutal, como sempre, veio de Vossa Excelência. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências dessa decisão”, afirmou Barbosa.

Mas Mendes reagiu: “Não, não. Vossa Excelência disse que faltei aos fatos. Não é verdade.”

Em tom irônico, o Barbosa disse que o presidente do STF agiu com a sua tradicional “gentileza” e “lhaneza”. Mendes reagiu ao afirmar que Barbosa é quem deu “lição de lhaneza (lisura)” ao tribunal. “Vamos encerrar a sessão”, disse Mendes para encerrar o bate-boca.

A discussão ocorreu enquanto o plenário do STF analisava dois recursos apresentados ao tribunal contra leis julgadas inconstitucionais pela Corte. Uma das ações questiona a lei que criou o Sistema de Seguridade Funcional do Paraná, em 1999. O segundo recurso questiona lei, considerada inconstitucional pelo STF, que definiu que processos contra autoridades com foro privilegiado continuam sob análise do tribunal mesmo após o réu não estar mais na vida política.

Após o episódio, oito dos onze ministros do STF subscreveram nota em apoio a Gilmar Mendes, que foi publicada no sítio oficial da Corte.

Esse não foi o primeiro desentendimento entre os dois ministros. Em 2007, após Joaquim Barbosa afirmar que determinada questão era um “jeitinho”,  Gilmar Mendes retrucou dizendo que ele não  “poderia dar lição de moral” no STF:

BIOGRAFIA DO MINISTRO:

Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.

Prestou concurso público para Procurador da República, e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu Mestrado em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1990 e seu Doutorado em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1993. Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi Visiting Scholar no Human Rights Institute da faculdade de direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000), e Visiting Scholar na Universidade da California, Los Angeles School of Law (2002 a 2003). Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês e alemão.

É ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil desde 25 de junho de 2003, quando nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o único negro entre os atuais ministros do STF. (Wikipédia)

 

PROCURADOS – MG

•abril 18, 2009 • Deixe um comentário

Os mais procurados em Minas Gerais.

Quem vê-los favor denunciar!

DENÚNCIAS

Email: 6rpm@pmmg.mg.gov.br

Site: www.pmmg.mg.gov.br

Telefone: 190

OS MAIS PROCURADOS DO FBI

•março 22, 2009 • Deixe um comentário

FORAGIDOS DA JUSTIÇA

•março 7, 2009 • Deixe um comentário

PR – PROCURADO

•fevereiro 11, 2009 • Deixe um comentário

Secretaria de Segurança Pública do Paraná – Tel: (41) 3313.1900
Retrato falado do suspeito de ter assassinado um jovem e baleado e violentado a namorada dele, no dia 31 de janeiro, no Morro do Boi, em Matinhos, no litoral paranaense.

proc